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quinta-feira, 12 de março de 2015

Antes de Adormecer

BEFORE I GO TO SLEEP
de Rowan Joffe
com: Nicole Kidman, Colin Firth e Mark Strong
É com um grande elenco que o mais recente thriller estreia em Portugal. Antes de Adormecer deixa muito a desejar mas, pelo menos, rapidamente nos sairá da memória depois do seu final.

Christine Lucas sofre de uma rara doença: todos os dias quando vai para a cama, esquece-se de tudo o que aconteceu nas últimas 24 horas. Assim tem sido nos últimos anos desde que sofreu um grave acidente de carro. O seu marido Ben vai lembrando-a todos os dias do que se passa até que um dia ela entra em contacto com Dr. Nasch, que a vai ajudar a recordar o que realmente aconteceu no passado.

O que se segue são uns intermináveis 90 minutos que se arrastam de tal forma que o filme parece nem começar. Se ver uma mulher a acordar todos os dias esquecida das coisas e a relembrar-se delas através de um diário digital numa câmara de filmar parece repetitivo, esperem até ver o resultado final deste Antes de Adormecer. Pouco ou nada acontece, e o que acontece, pouco ou nada surpreende, já que a conceção de plot twist de Rowan Joffe está ao nível de a de uma telenovela daquelas que preenchem o horário nobre.

Leiam a crítica completa no Espalha-Factos

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O Jogo da Imitação

THE IMITATION GAME
de Morten Tyldum
com: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley,
Matthew Goode, Allen Leech, Matthew Beard,
Rory Kinnear, Charles Dance e Mark Strong
O Jogo da Imitação chega hoje às salas portuguesas, aproveitando a boleia da Award Season e dando continuidade a uma onda de filmes “baseados em casos verídicos”.

Desta vez é Alan Turing quem tem direito a ter a sua vida exposta na grande tela. Foi um dos grandes matemáticos do século passado, tendo intercetado e descodificado na II Guerra Mundial o código Enigma que os nazis utilizavam nas suas mensagens, tornando-se numa dos principais pilares da vitória dos aliados.

História interessante, certo? E se a isto adicionarmos o facto de Turing ter tido de esconder a sua homossexualidade (na altura punível em Inglaterra) das autoridades então ficam reunidas as condições para uma biografia cinematográfica cheia de potencial, com muitas pontos e alguns tabus por onde se lhe pegar. Só que O Jogo da Imitação explora estes assuntos muito superficialmente, através de diálogos desinspirados e uma narrativa demasiado convencional para um trabalho que, a julgar pelas distinções que tem vindo a arrecadar, se esperaria mais impressionante.

Entram então os clichés, que não surpreendem pela sua existência (qual a biografia que não os tem?) mas pela forma como se tornam na personagem principal do filme. O Jogo da Imitação é vítima, ou melhor, deixa-se vitimar pelas inúmeras marcas das obras biográficas, desde a omissão de uns factos à alteração outros, para dramatizar desnecessariamente um ou outro acontecimento ou simplesmente fazer de Turing um herói sem um único defeito.

Leiam a crítica completa no Espalha-Factos