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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O Meu Nome é Alice

STILL ALICE
de Richard Glatzer e Wash Westmoreland
com: Julianne Moore, Alec Baldwin, Kristen Stewart,
Kate Bosworth e Hunter Parrish
É com uma história comovente mas arrepiante e uma excelente performance da sempre fantástica Julianne Moore que O Meu Nome é Alice estreia hoje em Portugal.

A personagem que dá título ao filme é uma famosa professora de linguísticas que desenvolve, numa idade ainda precoce, a doença de Alzheimer. Alice terá então que aprender a viver com a doença, arranjando maneiras de lidar com a família e de refazer o seu dia-a-dia com o seu problema.

Mais do que um simples retrato da doença, O Meu Nome é Alice coloca o espectador na pele da protagonista, fazendo-nos viver de perto e sobre o seu ponto de vista todos os obstáculos que o Alzheimer lhe coloca à frente. Poderíamos dizer que tal acontece devido à sensacional interpretação de Julianne Moore, naquela que é uma das suas melhores performances (já cheira a Oscar…), mas há muitos outros fatores que fazem deste filme uma obra bastante interessante e cativante.

A que salta mais a vista é a forma como nos é apresentada a doença. Não limitando a protagonista a uma mulher que simplesmente se vai esquecendo dos nomes das pessoas, a dupla de realizadores e argumentistas do filme Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam, a partir do best-seller homónimo de Lisa Genova, uma personagem muito bem construída num enredo cheio de drama e momentos comoventes que mostram as dificuldades impostas a Alice pela doença e a forma como esta afeta toda a família.

Leiam a crítica completa no Espalha-Factos

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mapas Para as Estrelas

MAPS TO THE STARS
de David Cronenberg
com: Julianne Moore, Mia Wasikowska, Evan Bird,
John Cusack, Olivia Williams, Robert Pattinson
e Sarah Gadon
Depois de não reunir consenso nem no Festival de Cannes nem no LEFFEST, Mapas Para as Estrelas, o mais recente trabalho do sempre polémico David Cronenberg, chega finalmente ao circuito comercial português.

O filme funciona como uma montra do que se passa por detrás das aparências das estrelas de Hollywood. Entramos nos lares de Havana Taggart, atriz a entrar na fase descendente da sua carreira, e da família Weiss, formada por um casal que esconde um segredo ao seu filho ator e ex-toxicodependente.

Com estes protagonistas Cronenberg constrói uma história chocante e trágica, desumanizando o star system através de uma narrativa sombria e perturbadora. Aliás, todos os acontecimentos de Mapas Para as Estrelas são um verdadeiro murro visceral no estômago conduzido por um argumento minado de pequenos diálogos não aconselháveis aos mais sensíveis, quer pela sua vertente dramaticamente mais forte quer pelo seu humor negro. Pode dizer-se  (e não há como negá-lo) que o realizador caiu nuns quantos lugares comuns, estereotipando um pouco o backstage de Hollywood (não é a primeira vez que vemos “o outro lado das celebridades”) e não sendo totalmente original na abordagem do tema.

Podem ler a crítica integral no Espalha-Factos